Especialista orienta sobre formas de distinguir conteúdos reais dos manipulados

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, André Mendonça, propôs uma tese que define como deepfake o conteúdo sintético de áudio ou vídeo que apresente grau de realismo ou verossimilhança capaz de produzir falsa percepção de autenticidade.

Mas você sabe identificar o que é feito por Inteligência Artificial e aquilo que não é? Como nos proteger de vídeos e áudios realísticos, mas que são feitos por essa tecnologia?

Quem ajuda a compreender a questão é o advogado especialista em Direito Digital Alexandre Atheniense.

Ouça no player acima a entrevista dele ao Revista Brasil.

Publicado no Radio Nacional.